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De Nossos Leitores

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Enfermeiras. Eu e meu marido trabalhamos num ambulatório médico e a série “Enfermeiras: o que seria de nós sem elas?” (8 de novembro de 2000) foi muito encorajadora para nós. Ajudou-nos a melhorar a maneira de encarar a nossa profissão e os pacientes. Parabéns pela excelente matéria!

S. S., Alemanha

Sempre pensei que a função das enfermeiras fosse algo secundário. Mas esses artigos mostraram que elas ajudam a aliviar muito sofrimento psicológico e proporcionam ao paciente compreensão e apoio que médicos ocupados não têm condições de dar. Mandei exemplares da revista a várias ex-colegas de classe que estão cursando enfermagem.

F. G., Itália

Agradeço imensamente por esses artigos que revelam muita compreensão pelo nosso trabalho. A enfermagem me ajudou a amadurecer em muitos sentidos. Foi um dos fatores que me fez pensar no objetivo da vida e estudar a Bíblia. Esse número de Despertai! foi a maior expressão de reconhecimento que já recebi. Ele me encorajará por bastante tempo!

J. D., República Tcheca

Muito obrigada por essa série. Sou enfermeira formada há muitos anos. Eu me identifico tanto com os pacientes que meus olhos se enchem de lágrimas quando lhes aplico colírio. Tenho certeza que enfermeiras do mundo inteiro apreciarão esse número de Despertai!.

L. A. R., Estados Unidos

Foi muito gratificante e animador distribuir esse número de Despertai!. A revista teve muita receptividade entre médicos e enfermeiras. Uma assistente social disse: ‘Que bom que trouxeram uma revista falando sobre as enfermeiras, porque isso levanta o nosso ego!’ Um enfermeiro comentou: “Nunca li um artigo tão preciso, com tanto reconhecimento pelo nosso trabalho. Vocês estão de parabéns.” Visitamos 29 locais da área de saúde e distribuímos 535 exemplares deste número.

M. J. S. S., Brasil

Pernas inquietas. Acabei de ler o artigo “Você tem pernas inquietas?”. (22 de novembro de 2000) Sofro disso há 18 anos e pensava ser a única. Chorei muitas vezes de frustração e insônia, e já tomei todo tipo de medicamentos. É claro que o problema só será completamente solucionado pelo Reino de Jeová.

S. T., Escócia

Quando li o artigo, fiquei espantada de ver que descrevia exatamente os sintomas que eu tenho. Embora meu quadro clínico não tenha sido oficialmente diagnosticado como síndrome das pernas inquietas, é um alívio saber que não sou a única a sofrer desse mal. Estou aprendendo a conviver melhor com o problema. Visto que agora sei lidar com as sensações desagradáveis, eu me sinto emocionalmente melhor.

A. K., Japão

Tenho 43 anos e ainda acordo à noite com aquela sensação de formigamento nas pernas e nos braços. Antes de ler o artigo, achava que só eu tinha esse problema. Não sabia que havia outros que sofriam tanto quanto eu. Muito obrigada por publicar artigos como esse que trazem esclarecimentos sobre essas doenças incomuns.

D. L., Canadá

Pai que abandona lar. Chorei ao ler o artigo “Os Jovens Perguntam . . . O que fazer, agora que meu pai foi embora?”, da Despertai! de 22 de dezembro de 2000, pois descreve exatamente o que eu passo. Muitas vezes eu me perguntava por que existia, se nem mesmo meu pai quer saber de mim. Lendo o assunto, vi que preciso corrigir essa maneira de pensar, pois não tenho culpa pelo que aconteceu. O que me consola é o Salmo 27:10, que diz que ‘ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, Jeová me acolherá’.

J. B., Brasil