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De Nossos Leitores

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Magreza. Gostei muito do artigo “Os Jovens Perguntam . . . Por que sou tão magro?”. (22 de setembro de 2000) Tenho 32 anos, mas sempre me senti muito envergonhada de minha aparência por ser magra demais. Toda a vida as pessoas têm caçoado de mim, me chamando de “palito” e de “caniço”. Muitas vezes isso me deixa deprimida. Gostei muito da observação de que devemos procurar pessoas que nos valorizem pelo que somos por dentro. Os cristãos não devem fazer pouco de outros por causa de sua aparência.

W. L., Estados Unidos

Engenharia genética. Ontem à noite li a série “A ciência criará uma sociedade perfeita?”. (22 de setembro de 2000) Levei a revista para o trabalho, o que resultou numa conversa muito boa com meu chefe, que é médico. As ilustrações realmente estimulam o raciocínio e criam apreço. Obrigada pelo tempo, esforço e criatividade que dedicaram a cada ilustração.

N. M., Estados Unidos

Obrigada por explicarem um assunto tão complexo de forma compreensível a todos. Quando os cientistas decidem quem pode reproduzir e quem “não é apto”, será que levam em conta atributos como o amor, a compaixão e o apreço por coisas espirituais? Mais inteligência e melhor saúde não necessariamente fazem uma pessoa melhor. Mas ficou uma pergunta. Por que chamam o canhotismo de distúrbio?

J. C., Estados Unidos

A declaração em questão é uma citação do livro “The Biotech Century” (O Século da Biotecnologia). A palavra “distúrbio” está entre aspas, indicando que o autor a empregou de forma irônica. A declaração salienta alguns dos desafios éticos apresentados pela engenharia genética. Há o perigo de que, com o poder de mudar o código genético humano, alguns declarem arbitrariamente que características como a cor da pele e o canhotismo são indesejáveis. — RED.

Apreço por Despertai!. Coleciono a Despertai! desde setembro de 1994. Sendo pobre e semi-analfabeta, o artigo “Criação de empregos em países em desenvolvimento” (22 de outubro de 1994) me deu uma idéia de como ganhar dinheiro. Fiz cursos de corte e costura e de tricô para melhorar minha situação. Agradeço muito pela maravilhosa revista.

M. A. F., Brasil

Esportes radicais. Obrigada pela oportuna matéria sobre esportes radicais. (“O Conceito da Bíblia: Esportes radicais — Vale a pena correr o risco?”, 8 de outubro de 2000) Recentemente, ao telefonar para uma rádio local pedindo uma música, fui premiada com um vôo de asa-delta. Fiquei inclinada a realizar o vôo, mas decidi saber o que a Bíblia diz a respeito. A matéria acima veio na hora certa. Embora o vôo de asa-delta seja muito bonito visto de terra firme, seria arriscado colocar Jeová à prova.

M. M. S., Brasil

Biografia. A biografia de Alexei Davidjuk, no artigo “Permanecer leal tem sido a minha principal preocupação” (8 de outubro de 2000), me encorajou muito. Alexei disse que alguém em quem ele confiara por muitos anos traiu seus irmãos espirituais. Tive a mesma experiência no passado, quando a nossa obra cristã estava proscrita. Dois “anciãos” forneceram detalhes de nossas atividades à polícia secreta, o que levou a sermos presos e interrogados. Um dos traidores já morreu. O outro foi expulso da congregação, mas há pouco foi readmitido. Como sou grato de que hoje consigo cumprimentar esse irmão sem nenhum rancor! Isso é algo que somente o espírito de Jeová torna possível.

D. G., Alemanha