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De Nossos Leitores

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Pi. Li o artigo “Um número muito útil e intrigante” (22 de julho de 2000) e pedi para que meu marido também lesse visto que ele é professor de matemática. Ele gostou tanto que usou o artigo em classe! Fiquei muito feliz, pois ele nunca se interessa pelas publicações e desta forma ele pôde observar quão atualizadas e interessantes elas são. Quem sabe ele não venha a buscar novos artigos?

G. S. O., Brasil

Doença crônica. Nós temos um filho de 19 anos que sofre de esquizofrenia. Consultamos muitos livros sobre o assunto, mas nunca lemos nada que falasse da doença do ponto de vista da família, da forma que fizeram os artigos da série “Como a família pode lidar com uma doença crônica”. (22 de maio de 2000) Eles descreveram muito bem minha própria luta interna e meu sofrimento. Era como se a minha angústia tivesse sido colocada por escrito.

H. T., Japão

Nos últimos dez anos, tenho sofrido de uma doença crônica progressiva. Sua descrição de como a pessoa se sente me tocou profundamente. Às vezes é muito fácil perder o equilíbrio mental e espiritual, mas os irmãos de minha congregação têm demonstrado que se preocupam muito comigo. Com palavras discretas, eles me dão forças para continuar a viver.

M. M., Itália

Lemos o artigo em família. Minha filha tem insuficiência renal e faz diálise há cinco anos. Não tem sido nada fácil lidar com a situação. Ela teve muitas crises em que a vida dela ficou por um fio. Vivemos com o coração na mão, com medo da próxima crise. Mas os conselhos dados nos ajudaram muito. É preciso saber apreciar cada dia, e nunca negligenciar a oração. O que me ajuda muito é saber que Jeová entende meus sentimentos.

S. J., Estados Unidos

Fiquei emocionada com o fato de que alguém entende a dor de ter uma doença crônica! Uma a uma, as minhas três filhas começaram a sofrer de epilepsia, assim como eu. Artigos como esse nos ajudam a entender melhor a situação e a manifestar a mente de Cristo.

G. L., Estados Unidos

Escolhas sábias. Escrevo-lhes em agradecimento pelo artigo “Meu esforço para fazer escolhas sábias”. (22 de agosto de 2000) Eu também passei por muitas situações difíceis na faculdade. Por diversas vezes cheguei a querer desistir, mas lembrava-me das palavras de 1 Coríntios 10:13, de que ‘Deus provê a saída a fim de que possamos agüentar’. É meu sincero desejo que todos os irmãos médicos, e outros ainda em formação, perseverem na luta contra a indiferença, o preconceito e a ignorância.

J. A., Brasil

Pai que não assume o filho. Sou leitora da Despertai! há 25 anos e acredito que esse assunto nunca foi tratado antes. (“Os Jovens Perguntam . . . O pai que não assume o filho fica livre das conseqüências?”, 22 de maio de 2000) Já se falou sobre as mães solteiras, mas não sobre a responsabilidade do pai. Eu não conseguia entender por que, se duas pessoas cometem fornicação, apenas a mãe e a criança têm de pagar pelas conseqüências. Fiquei grávida quando tinha 19 anos. O pai da criança não assumiu a responsabilidade. Por favor, continuem a alertar os jovens a ‘fugir da fornicação’. — 1 Coríntios 6:18.

C. C., Espanha

Teatro grego. Não tenho palavras para lhes dizer quanto apreciei o artigo “O teatro de Epidauro: intacto ao longo dos séculos”. (8 de junho de 2000) É uma matéria profunda, como achei que seria, mas nem imaginava encontrar interessantes aplicações espirituais!

K. S., Estados Unidos