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De Nossos Leitores

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Doença crônica. Reunimos a família para ler a série de artigos “Como a família pode lidar com uma doença crônica”, no número de 22 de maio de 2000, e foi muito animador ver como outros enfrentam esse problema. Meu irmão de 13 anos é deficiente físico, mas meus pais sempre nos ajudaram a entender que ele é uma pessoa normal como nós. Com o passar dos anos, aprendemos a lidar melhor com a situação e Jeová tem nos abençoado. Apesar de não poder andar, meu irmão faz discursos nas reuniões cristãs e acompanha meus pais na obra de pregação.

C. A. S., Brasil

Vasa. Gostaria de expressar o meu apreço pelo artigo “Vasa: tragédia vira atração turística”. (8 de abril de 2000) Visto que sou historiador, já estudei esse assunto e posso confirmar que o artigo foi o resultado de ótima pesquisa. Ele explicou muito bem os eventos, de forma equilibrada.

T. W., Alemanha

Vitórias jurídicas. Recentemente, ao comparecer a um tribunal por causa da guarda dos meus filhos, meu ex-marido questionou minhas crenças religiosas. Foi difícil. Quando li o artigo “A batalha não é vossa, mas de Deus” (22 de abril de 2000), lágrimas rolaram pelo meu rosto.

D. B., Estados Unidos

Depois de ler o artigo, dei-o a alguns advogados na localidade. Nenhum deles o recusou. Alguns até me convidaram para entrar no seu gabinete, tomar café e conversar um pouco mais sobre o assunto. Vários deles pediram exemplares adicionais para dar a outros advogados. Todos ficaram surpresos quando lhes mostrei que Hayden Covington venceu 36 dos 45 casos que levou à Suprema Corte dos Estados Unidos.

C. M., Estados Unidos

Pai adolescente. Escrevo para dizer o quanto sou grato pelo artigo “Os Jovens Perguntam . . . Ter filhos é prova de que você é homem?”. (22 de abril de 2000) Tenho 28 anos, sou solteiro e sirvo como pioneiro especial, ou evangelizador de tempo integral. Na região da África Ocidental onde moro, as pessoas acham que um homem da minha idade sem mulher ou namorada não é civilizado ou é impotente. Muitas vezes zombam de mim ou me desprezam por causa disso. Mas o artigo fortaleceu minha decisão de me manter casto.

A. E., Gana

Senti-me induzida a agradecer-lhes por mostrarem que pelo menos metade da culpa por existirem mães não-casadas recai sobre os rapazes. Muitas pessoas acham que, visto que somente mulheres ficam grávidas, isso indica que ter filhos é problema da mulher e que o homem não precisa assumir nenhuma responsabilidade. Continuem sensibilizando os rapazes para o modo como Deus quer que as mulheres sejam tratadas.

J. M. O., Itália

Sorrir. Sou do tipo de pessoa mencionado no artigo “Sorria: isso faz bem!”. (8 de julho de 2000) Devido à minha formação, acho difícil sorrir. No meu trabalho, preciso fazer amigos e ser acessível, de modo que me esforço para melhorar nesse ponto. Posso confirmar que cumprimentar alguém com um sorriso largo e sincero abre as portas para um excelente relacionamento.

S. E. C., Brasil